Um chinês doidão resolveu fazer um iPad a partir do zero, gravou e postou no YouTube da China, o Youku (nome feio, hein?). E ele fez sua versão do tablet com peças de computador, tela sensível ao toque e uma carcaça que ele mesmo produziu. Claro que ele deve ter algum estudo de eletroeletrônica e provavelmente também trabalhou na linha de montagem dos iPads. Quem está acostumado com as interfaces da Microsoft poderia até preferir esta versão, que roda Windows XP.
Veja o processo acelerado nestes vídeos (geralmente há uma propaganda de 15 segundos antes do vídeo):
Provavelmente inspirados pelo consagrado infovídeo Social Media Revolution, o Discovery Brasil publicou em seu site um vídeo com diversas estatísticas sobre o universo das mídias sociais. O visual é agradável e os dados são interessantes e atualizados. Confira:
Clique aqui para assistir diretamente no site do Discovery Brasil.
Encontrei este texto no Facebook do amigo Vinícius Spanghero e não resisti a compartilhá-lo aqui. Não sei autor, fonte, data e nem revisei a correção do texto. De qualquer forma, a mensagem é fantástica!

Tá reclamando do Lula? Do Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do Delúbio? Da Roseanne Sarney? Do Jader Barbalho? Dos políticos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais de 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
- Coloca nome em trabalho que não fez;
- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença;
- Paga para alguém fazer seus trabalhos (de faculdade, escolar, etc.);
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas;
- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura;
- Fala no celular enquanto dirige;
- Usa o telefone da empresa para ligar para o celular dos amigos (“me dá um toque que eu retorno”), assim o amigo não gasta;
- Trafega pela direita nos acostamentos quando há congestionamento;
- Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas;
- Viola a lei do silêncio;
- Dirige após consumir bebida alcoólica;
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
- Espalha churrasqueira e mesas nas calçadas;
- Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
- Faz “gato” de luz, de água e de tv a cabo;
- Registra imóveis no cartório com valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
- Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto;
- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20;
- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes e idosos;
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata;
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo do bicho;
- Leva, das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse roubo;
- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha;
- Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve;
- E quer que os políticos sejam honestos! Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas…
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Aliás, carteirinha falsa de estudante é uma coisa que se encaixa perfeitamente nessa lista! Brasileiro reclama de quê, afinal? Com que moral?
Sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
A nossa moral e o nosso caráter definem quem somos. Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!
“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos…”

Para mostrar quão poderosa é a nova tecnologia utilizada na tela do smartphone Infuse 4G, da Samsung, a AT&T divulgou um comercial de 30 segundos relativamente simples, mas que ganhou a simpatia do público pelo realismo dos atores. Foi uma boa sacada utilizar o comportamento humano para enfatizar características de um produto tecnológico e ainda conseguir que muitas pessoas se identifiquem com a personagem.
Sobre o Samsung Infuse 4G: tela “Super AMOLED Plus” (o nome tá ficando brega!) de 4.1 polegadas, espessura varia de 8,9 mm a 9,24 mm, 132 mm de altura e 71 mm de largura, sistema Android 2.2 e 131 gramas.
Leia mais sobre o aparelho no Tecnoblog e no Engadget.

Navegando no Twitter, às vezes leio uma “bio” (aquele textinho descritivo dos perfis) engraçadinha e fico com comichão para alterar a “bio” do meu perfil. Pouco tempo depois, leio outra “bio” que satiriza quem escreve coisa engraçadinha na “bio”. Acho fantástico e sinto vontade de criar minha própria sátira de “bios” engraçadinhas. Então encontro uma “bio” minimalista, abstrata, criativa, que também me inspira. No fim das contas, me encanto com tantas que eu precisaria de uns vinte perfis para agregar tanto estilo de “bio”!
É mais ou menos esse um efeito negativo que as mídias sociais causam em nós, especialmente em nosso lado profissional. A revista Você S/A de maio, cuja matéria de capa fala sobre a “Epidemia Workaholic”, aponta esta questão.
A angústia por atualização profissional e estar “por dentro” do que acontece ganhou força com os avanços tecnológicos e, ultimamente, por causa das mídias sociais.
Isso ocorre porque os sites de relacionamento aumentam o poder de comparação das pessoas. Se entrar no Facebook, um profissional encontrará uma série de coisas legais que seus amigos acabaram de fazer. Entrando no LinkedIn, ele tem acesso a milhares de currículos de gente de seu mercado, idade ou formação. Com o Twitter, descobre as ideias de cada um e o que eles têm feito da vida ultimamente. Diante desse cenário, o profissional olha para seu currículo e tempo, que são limitados, e os compara com as infinitas possibilidades de formação, relacionamento e modo de vida que pipocam na tela à sua frente. Obviamente, o resultado é a angústia de não ter realizado quase nada.¹
As comparações injustas
Talvez nosso cérebro não consiga entender que os feitos, personalidades, carreiras e sucessos que vemos nos perfis alheios são individuais – cada um tem um conjunto de características e conquistas, mas um único perfil não apresenta todas as características desejáveis de uma só vez. Afinal, ninguém é perfeito e capaz de ser bom em tudo. Dessa forma, acabamos por nos comparar com um amontoado injusto de informações sobre sucesso.
Antes das mídias sociais, tínhamos contato com muitas pessoas de sucesso, que haviam realizado e conquistado coisas fantásticas, talentosas e inspiradoras. Éramos conformados em não sermos ricos como o Eike Batista ou visionários como o Steve Jobs. Entretanto, a maior diferença está na percepção horizontalizada que temos agora: estas pessoas de sucesso são tangíveis nas mídias sociais. Podemos interagir com todas elas. Pessoas que antes pareciam viver num mundo à parte, agora compartilham momentos cotidianos parecidos com momentos das nossas vidas. Assim, nos sentimos mais próximos delas, pertencentes ao mesmo patamar, como seres humanos da mesma categoria.
A partir daí, automaticamente começamos a nos questionar por que elas têm tanto sucesso e nós não (com reforço dos neurônios espelho?). Afinal, elas não são iluminadas ou tão especiais assim, porque estão lá conosco, tuitando e compartilhando fotos no Facebook.
Além da aproximação com as pessoas mais ilustres, por meio das mídias sociais também pudemos conhecer melhor as pessoas que antes pareciam “comuns” e “sem graça”. Esses insossos bem-sucedidos agora causam grande inveja porque conseguem diversos feitos que nós não conseguimos.
Eu preciso de tudo ao mesmo tempo agora!
Como pode aquele tapado terminando um mestrado? E aquele feioso saindo com a mais gata da academia? Que absurdo! Aquele sujeito que não saía do bar durante a faculdade se tornou gerente?!
Precisamos entender que não podemos – e nem precisamos – conquistar e atingir tudo o que nossos colegas têm. Assim como não precisamos de uma “bio” no Twitter que seja engraçada, sacada, satírica e minimalista, tudo ao mesmo tempo agora. Não precisamos participar de todos os jogos que nossos amigos jogam no Facebook, nem todas as badges que eles conquistam no Foursquare. No mundo “real”, pense em como seria inviável participarmos de todas as palestras que nossos colegas vão ou termos todos os carros bacanas que eles têm.
Ok, somos competitivos, mas precisamos refletir sobre o que realmente é importante e viável para nós. Senão, vamos acabar frustrados por não ter tudo o que os outros têm, profissionalmente e em outros aspectos da vida também.
Referência bibliográfica
¹ Você S/A. São Paulo: Editora Abril, edição 155, maio de 2011, 96p. “Epidemia Workaholic”, GIARDINO, Andrea, OHL, Murilo e VIEIRA, Vanessa, p. 35-36.





